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Photoshop CS2 no Linux: Google patrocinando Wine

Wine

Photoshop CS2 rodando no Linux?

Sim, graças ao Google que desde 2006 vem patrocianando e trabalhando junto com a equipe do CodeWeavers para portar aplicações do Windows para o Linux, como o Picasa, melhorando a compatibilidade do Wine. Assim, os bugs do Wine vão sendo corrigidos e mais e mais aplicações que rodam no Windows passam a rodar no Linux.

Cada vez mais, estamos vendo o Linux como sendo uma alternativa viável de Desktop. Já pelo outro lado, estamos vendo a MS cada vez mais desesperada.

Muitas empresas já perceberam que é interessante mudar seu modelo de negócio, como Adobe, Oracle, IBM, Yahoo, entre outras dezenas, e investir mais no código-aberto, seja direta ou indiretamente. Exemplos não faltam.

Porém, insistentemente, vemos o modelo de negócio da Microsoft, antigo e ultrapassado, não enxergar muito bem essa mudança. Ou será que ela só está vendo isso agora, com sua recente oferta? Queria ou não, a Internet é o futuro. Não, o Desktop não irá acabar, mas irá se mesclar com o mundo on-line de um modo que a Microsoft não está conseguindo acompanhar, e que outras empresas estão (vide: Adobe Air e Google Gears). Da para notar mais exemplos vendo o fracasso do Windows “fominha” Vista.

Um ótimo exemplo de uma empresa que tem sido uma águia em achar bons negócio é o Google. O Google vê no Linux uma relação mutualista, onde ambos tem a ganhar, e já investiu muito tempo e dinheiro, inclusive no kernel, no MySQL, Apache e outros, basta dar uma “googleada”.

Como terminará está história dependerá muito do sucesso da compra do Yahoo. Um fracasso nessa altura do campeonato pode significar um problema sem fim para a Microsoft.

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Escreva uma vez, rode aonde quiser; promete a VM Lina

Que tal ter aplicações do tipo Java escritas diretas em binários para Linux?

É o que promete a Máquina Virtual Lina. Escreva o código em C/C++ ou até mesmo em Perl e Python, compile os binários especificamente para o Lina, assim como você compilaria para qualquer distro, e rode este executável no Linux, Windows e Mac usando a VM Lina.

Parece cópia do Java? Não, o projeto OpenLina tem a intenção de fazer com o que o OpenSource esteja mais presente em todas as arquiteturas. O código original é escrito para Linux, então pode também ser compilado direto para o Linux além de compilado para o Lina. Na verdade o Lina aumenta a portabilidade de um software do Linux para o Windows e Mac.

Como isso funciona? O Lina funciona usando um Kernel modificado que é responsável por “entender” o código que pode usar bibliotecas Qt e GTK, além de outras. Isso cria uma camada de compatibilidade com o código originalmente escrito para o Linux, com o SO em que o código compilado para o Lina está sendo executado. O responsável pela compatibilidade é a VM Lina para aquele SO em específico. Tudo é explicado nesse diagrama de funcionamento do Lina, mostrado abaixo:

LINA Stack Diagram

Encare o Lina como um “tchan” a suas aplicações para o Linux, que agora pode não ficar mais restritas a eles, e atingir outras plataformas.

Fonte: http://www.linuxdevices.com/news/NS6279947776.html

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