Desktop, GNU/Linux, Google, Linux, Search, SO, Tecnologia, Ubuntu

Google Desktop para Linux

Google Desktop For Linux

Depois de muito tempo esperando, finalmente o Google lançou seu Google Desktop para Linux. E não é que ele funciona muito bem?? Como estava esperando uma busca boa para Desktop no Linux, aonde o Beagle (Mono) e o Deskbar supriram mas deixaram a desejar, principalmente o Beagle que é feito em .NET e era (testei a uns meses atrás) bem lenta se comparada com a busca de Desktop do Google para Windows ou até mesmo perto do Deskbar.

Procurando um arquivo? Basta clicar duas vezes no ctrl (2 cliques rápidos) e digitar o nome (um pedaço dele basta) e pronto, o arquivo aparece na lista e é rápido, não demora pra listar nem da aquela famosa travadinha de 2 segundos.

Bom, chega de enrolação, para baixar existem duas maneiras. A primeira direto do site do Google Desktop e a segunda, melhor ainda, pelo repositório do Google para Linux. Lá, inclusive tem as instruções para o Ubuntu 7.04 e ainda tem as instruções de como se adicionar a chave. É só seguir os passos e ser feliz.

Depois de tudo pronto, é só procurar por Google desktop no Synaptic ou então ir no terminal e digitar:

sudo apt-get update
sudo apt-get install google-desktop-linux

Pronto, boa busca!

Anúncios
Padrão
Linux, Mac, Portabilidade, SO, Tecnologia, Ubuntu, VM, Windows

Escreva uma vez, rode aonde quiser; promete a VM Lina

Que tal ter aplicações do tipo Java escritas diretas em binários para Linux?

É o que promete a Máquina Virtual Lina. Escreva o código em C/C++ ou até mesmo em Perl e Python, compile os binários especificamente para o Lina, assim como você compilaria para qualquer distro, e rode este executável no Linux, Windows e Mac usando a VM Lina.

Parece cópia do Java? Não, o projeto OpenLina tem a intenção de fazer com o que o OpenSource esteja mais presente em todas as arquiteturas. O código original é escrito para Linux, então pode também ser compilado direto para o Linux além de compilado para o Lina. Na verdade o Lina aumenta a portabilidade de um software do Linux para o Windows e Mac.

Como isso funciona? O Lina funciona usando um Kernel modificado que é responsável por “entender” o código que pode usar bibliotecas Qt e GTK, além de outras. Isso cria uma camada de compatibilidade com o código originalmente escrito para o Linux, com o SO em que o código compilado para o Lina está sendo executado. O responsável pela compatibilidade é a VM Lina para aquele SO em específico. Tudo é explicado nesse diagrama de funcionamento do Lina, mostrado abaixo:

LINA Stack Diagram

Encare o Lina como um “tchan” a suas aplicações para o Linux, que agora pode não ficar mais restritas a eles, e atingir outras plataformas.

Fonte: http://www.linuxdevices.com/news/NS6279947776.html

Padrão
GNU/Linux, Linux, Tecnologia, Ubuntu

Ubuntu, o que vem por aí em 2007

Enquanto estamos todos aguardando ansiosamente pelo Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn), que está a passos de sair do Beta, já se fala do Ubuntu 7.10, codinome Gutsy Gibbon, anunciado pelo Mark, que vai trazer algumas novidades.

Num post passado, falei sobre as Quatro características que irão vender o Feisty Fawn, assunto iniciado pela Melissa Draper, que é a facilidade de instalação de codecs, que ocorre automaticamente ao tentar executar um arquivo sem codec que o suporte; assistente de migração, que pega dados de instalações anteriores como configurações, favoritos, fotos, músicas, etc, fazendo com que você tenha eles na nova instalação, e não precisa ser do Linux não; gerenciador de rede, que praticamente configura toda rede sozinho e você precisa apenas da senha no caso do wifi; efeitos de desktop, que habilita o compiz/beriz (que vão agora são a mesma coisa) com um clique.

Além disso, podemos esperar melhor suporte a virtualização, mostrando uma grande preocupação com o lado dos servidores, além de outras coisas como o suporte do avahi a conteúdos compartilhados na rede, administração de thin client, melhor suporte a impressoras e som, entre outros.

Com o Gutsy Gibbon, podemos esperar aceleração 3d por padrão, mas que ainda não foi confirmada, e muitas novidades na área de Desktop. É promessa uma instalação totalmente diferente, ridiculamente fácil e não assistida (provalvemente configurações de usuário virão logo após a instalação), que será um dos quebra-gelos para sua adoção em massa (além da instalação OEM que já existe, mas enquanto pc`s não chegam de fábrica com o Ubuntu, esta é uma excelente alternativa).

Outra novidade na área é um Ubuntu ultra-free, o Glossy Gnu, que leva a palavra free ao extremo, só incluindo software livre. Ela será feita em parceira com a equipe do GNewSense, um derivado do Ubuntu que só não tem nada proprietário.

Bom, então até dia 19!

O dia 19 já chegou!!!

Faça um tour pelo Feisty (em inglês)

Baixe o torrent do CD

Baixe o torrent do DVD

Veja as 4 características que irão “vender” o Feisty Fawn

Padrão
Google, Internet, Pensamentos, Tecnologia, Web 2.0, Web 3.0

Google box: Google mais perto da web semântica?

Semana passada (dia 20) a Google lançou o Google Box. É uma idéia fantástica. Temos uma empresa que oferece vários serviços, como mapas, endereços, telefones (de locais comerciais), ações, etc. Porque não integrar tudo isso na sua busca?

Foi isso que a Google fez. Integrou isso dentro de um box. Digitando um termo como Apple você pode ver as ações da própria clicando no botão [+]. É um passo, um grande passo para a Web Semântica, pois torna cada vez mais real a situação em que um sujeito pergunta “Aonde mora ‘Fulano da Silva?'” e o endereço mais o mapa da casa dele irá aparecer. Isso é entender o que o usuário quer, isso é web semântica.

É claro que Google, e principalmenete os outros com Yahoo e o Live *, terão muito trabalho a ser feito. Mas as coisas estão começando a surgir e já é possível ver o resultado disso com o Google box. E quem sabe, dentro de alguns anos, talvez menos do que a gente pensa, a Web 2.0 se tranformará para 3.0.

* Calma, é a busca da Microsoft, que era MSN search e agora é Live Search (que bagunça!).

Padrão
GNU/Linux, Google, Graficos, Linux, Pensamentos, Tecnologia

Photoshop perdendo mercado para o Gimp?

Recentemente a Adobe anunciou que irá fazer uma versão online do Photoshop. Isto me remete no mesmo momento a pensar que o Gimp está ganhando mercado e que já é uma ameaça real para a Adobe que ela já está fazendo uma versão menos completa de graça (pelo menos é a premissa que se espera hoje em dia de um serviço web, porém devem haver serviços online pagos).

Mas, pensando no seguinte fato: O Gimp faz quase tudo que o Photoshop faz, é 90 e poucos porcento um Photoshop, é de graça e de sobra ainda tem algumas funcionalidades que ele tem. Então porque manter a febre de só usarmos o que é mais usado se temos uma alternativa viável. Talvez para os casos que não temos valha a pena o investimento que pode chegar a até $850 (a versão CS2), e que mais tarde pode ser recompensado.

Imagem Gimp

Fico revoltado ao ver Universidades gastando muito dinheiro para ter esse produto quando na verdade poderiam estar investindo esse dinheiro em algo melhor, como mais máquinas (imagina o preço da licença no Brasil.. O_o) e ainda sim tendo um programa que vai servir muito bem os estudantes para editoração de imagens.

Então, pense bem. Será vantagem utilizar o Photoshop online? Será que ele não irá manter a cultura do Photoshop e acabará gerando custos para alguém? E se você for realmente trabalhar com ele, seja apenas você ou então em uma empresa, valerá a pena pagar este custo? E ainda, será que o Photoshop teria o mesmo preço se o Gimp não existisse, ou seja, será que não é bom o fato de existir uma alternativa que crie competição no mercado, que faça com que as coisas evoluam e exista menos monopólio?

São perguntas que devem estar bem vivas na nossa mente…

Para ler (conteúdo relacionado):

Pirataria
O software livre nas organizações
Monopólio

O Gimp:

Sítio do grupo de usuários do GIMP (em inglês)
Fórum de usuários do GIMP em português
Comunidade GIMP do Brasil

 

 

Padrão
Debian, Linux, Tecnologia, Ubuntu

Parceria da Canonical com Lispire, pacotes proprietários e codecs

 

Dia 8 deste mês foi anunciado uma nova parceira entre a Canonical e o Linspire que irá promover mudanças em ambos os sistemas.

O Linspire passará a ser baseado no Ubuntu e não no Debian, como era antigamente, ou seja, as versões novas terão o Ubuntu como base, e a partir dela serão adicionados personalizações pela Lispire, que mantém o Linspire Linux que é pago e também o Freespire que é de graça. Tudo que for feito no Ubuntu poderá ser aproveitado, porém serão inclusos drivers proprietários em ambas versões (Linspire e Freespire). Simultaneamente ao lançamento do Fiesty Fawn, está uma nova versão do Freespire.

 

Para o Ubuntu, será aproveitado o CNR (Click ‘n Run), que é um aplicativo que irá possibilitar a instalação softwares propriétarios e codecs no Ubuntu com pouco cliques. Todos os softwares estarão separados por seções, assim como é no Adicionar/Remover do Ubuntu, e todos eles terão uma descrição e uma nota, além de reviews dos usuários, facilitando o processo para usuários e sem os problemas do Automatix e EasyUbuntu. Futuramente, o Linspire pretende adicionar softwares pagos no CNR, possibilitando que usuários do Ubuntu os compre também. O CNR deve ser lançado no Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn).

Padrão