Fisl, Gnome, GNU/Linux, Linux, Ubuntu

Pré resumão do FISL 9.0

Estamos aqui, direto do FISL 9.0, no último dia, as 16h50, no stand do Ubuntu, um dos mais visitados, e que só agora deu uma “folga”.

Infelizmente o FISL já está para acabar, foi realmente muito bom. Depois de 3 dias bem pesados, estamos todos exaustos, mas muito felizes com o resultado final. Passaram pelo nosso stand muita gente, que lotou o tempo todo aqui e não “deu descanso” pra ninguém da comunidade.

Pra quem ficou de fora, acompanhe pelo Planeta os posts do pessoal. Uma dica é acompanhar pelo Twitter, que tem os links para as fotos no Flickr e afins. Acompanhe, então, no twitter do Lício, Fábio Nogueira, Lucas Arruda, André Gordinho (ops, Gondim), Cropalato, Jonh Wendell e Coringão (Ubuntu Games).

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Desktop, GNU/Linux, Linux, Market Analysis, Microsoft, Opensource, Portabilidade, SO, Ubuntu, Windows

Photoshop CS2 no Linux: Google patrocinando Wine

Wine

Photoshop CS2 rodando no Linux?

Sim, graças ao Google que desde 2006 vem patrocianando e trabalhando junto com a equipe do CodeWeavers para portar aplicações do Windows para o Linux, como o Picasa, melhorando a compatibilidade do Wine. Assim, os bugs do Wine vão sendo corrigidos e mais e mais aplicações que rodam no Windows passam a rodar no Linux.

Cada vez mais, estamos vendo o Linux como sendo uma alternativa viável de Desktop. Já pelo outro lado, estamos vendo a MS cada vez mais desesperada.

Muitas empresas já perceberam que é interessante mudar seu modelo de negócio, como Adobe, Oracle, IBM, Yahoo, entre outras dezenas, e investir mais no código-aberto, seja direta ou indiretamente. Exemplos não faltam.

Porém, insistentemente, vemos o modelo de negócio da Microsoft, antigo e ultrapassado, não enxergar muito bem essa mudança. Ou será que ela só está vendo isso agora, com sua recente oferta? Queria ou não, a Internet é o futuro. Não, o Desktop não irá acabar, mas irá se mesclar com o mundo on-line de um modo que a Microsoft não está conseguindo acompanhar, e que outras empresas estão (vide: Adobe Air e Google Gears). Da para notar mais exemplos vendo o fracasso do Windows “fominha” Vista.

Um ótimo exemplo de uma empresa que tem sido uma águia em achar bons negócio é o Google. O Google vê no Linux uma relação mutualista, onde ambos tem a ganhar, e já investiu muito tempo e dinheiro, inclusive no kernel, no MySQL, Apache e outros, basta dar uma “googleada”.

Como terminará está história dependerá muito do sucesso da compra do Yahoo. Um fracasso nessa altura do campeonato pode significar um problema sem fim para a Microsoft.

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Browsers, Desktop, Linux, Ubuntu, Web

Instalando o novo Flash player 9 com fullscreen, aceleração 3d e h.264

Flash Player Penguim

Já fazia um tempo que a Adobe não lançava um update compatível com o Flash para Windows e Mac, desde que lançou a primeira versão do Flash 9 para Linux.

As versões Windows e Mac tinham suporte a Fullscreen. Agora a versão para Linux também possui. Além disso podemos destacar suporte a aceleração por hardware de vídeo (esperamos que o flash consuma menos recursos do PC, porque antes, mesmo na versão 9, ainda era um “comedor” de recursos) e suporte ao codec H.264, possibilitando streaming (transmissão) de vídeos com alta resolução e tamanho reduzido.

Bom, chega de papo. Vamos ao que interessa. O objetivo é instalar a nova versão. Os passos são simples e deve funcionar para maior parte dos Linux (testado no Ubuntu).

1. No terminal (Aplicativos > Acessórios > Terminal), digite:

cd /tmp
wget http://tinyurl.com/yubwzq

2. Descompacte:

tar -xzvf flashplayer9_install_linux_082207.tar.gz

Obs.: Confira o nome do arquivo com o comando “ls | grep flash”

3. Copiando os arquivos:

cd /usr/lib/flashplugin-nonfree/ || \
sudo mkdir -p /usr/lib/flashplugin-nonfree/ && \
cd /usr/lib/flashplugin-nonfree/

sudo cp /tmp/install_flash_player_9_linux/libflashplayer.so .
sudo cp /tmp/install_flash_player_9_linux/flashplayer.xpt .
sudo chmod +x *flashplayer*

Obs.: os 3 primeiros comandos só executam quando o 3 executa.

4. Se você não tinha o Flash instalado execute:

ln -sf /usr/lib/flashplugin-nonfree/libflashplayer.so \
/usr/lib/firefox/plugins/libflashplayer.so
ln -sf /usr/lib/flashplugin-nonfree/flashplayer.xpt \
/usr/lib/firefox/plugins/flashplayer.xpt

ln -sf /usr/lib/flashplugin-nonfree/libflashplayer.so \
/usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so
ln -sf /usr/lib/flashplugin-nonfree/flashplayer.xpt \
/usr/lib/mozilla/plugins/flashplayer.xpt

Obs.: Novamente, não se preocupe se não você não ver resultado logo no primeiro comando, eles estão condicionados.

Se alguém não conseguiu instalar, pode tentar o script automático instala_flash9_up3.sh. Para executá-lo, digite:

chmod +x instala_flash.sh
sudo ./instala_flash.sh

Obs.: Se voce tiver problemas com o som, tente o comando abaixo:

sudo apt-get install libasound2-dev libssl-dev

Update: Parece que essa versão veio sem suporte de script, não sei porque e não sei no que isso afeta o funcionamento, já que o .xpt do flash 9 está no meu firefox e mozilla (leia-se derivados do mozilla). Alterei o post e o script. Se alguém tiver informações mais precisa eu altero aqui. Mais sobre o flash no Mozilla e derivados: http://plugindoc.mozdev.org/faqs/flash.html

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Desktop, GNU/Linux, Google, Linux, Search, SO, Tecnologia, Ubuntu

Google Desktop para Linux

Google Desktop For Linux

Depois de muito tempo esperando, finalmente o Google lançou seu Google Desktop para Linux. E não é que ele funciona muito bem?? Como estava esperando uma busca boa para Desktop no Linux, aonde o Beagle (Mono) e o Deskbar supriram mas deixaram a desejar, principalmente o Beagle que é feito em .NET e era (testei a uns meses atrás) bem lenta se comparada com a busca de Desktop do Google para Windows ou até mesmo perto do Deskbar.

Procurando um arquivo? Basta clicar duas vezes no ctrl (2 cliques rápidos) e digitar o nome (um pedaço dele basta) e pronto, o arquivo aparece na lista e é rápido, não demora pra listar nem da aquela famosa travadinha de 2 segundos.

Bom, chega de enrolação, para baixar existem duas maneiras. A primeira direto do site do Google Desktop e a segunda, melhor ainda, pelo repositório do Google para Linux. Lá, inclusive tem as instruções para o Ubuntu 7.04 e ainda tem as instruções de como se adicionar a chave. É só seguir os passos e ser feliz.

Depois de tudo pronto, é só procurar por Google desktop no Synaptic ou então ir no terminal e digitar:

sudo apt-get update
sudo apt-get install google-desktop-linux

Pronto, boa busca!

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Linux, Mac, Portabilidade, SO, Tecnologia, Ubuntu, VM, Windows

Escreva uma vez, rode aonde quiser; promete a VM Lina

Que tal ter aplicações do tipo Java escritas diretas em binários para Linux?

É o que promete a Máquina Virtual Lina. Escreva o código em C/C++ ou até mesmo em Perl e Python, compile os binários especificamente para o Lina, assim como você compilaria para qualquer distro, e rode este executável no Linux, Windows e Mac usando a VM Lina.

Parece cópia do Java? Não, o projeto OpenLina tem a intenção de fazer com o que o OpenSource esteja mais presente em todas as arquiteturas. O código original é escrito para Linux, então pode também ser compilado direto para o Linux além de compilado para o Lina. Na verdade o Lina aumenta a portabilidade de um software do Linux para o Windows e Mac.

Como isso funciona? O Lina funciona usando um Kernel modificado que é responsável por “entender” o código que pode usar bibliotecas Qt e GTK, além de outras. Isso cria uma camada de compatibilidade com o código originalmente escrito para o Linux, com o SO em que o código compilado para o Lina está sendo executado. O responsável pela compatibilidade é a VM Lina para aquele SO em específico. Tudo é explicado nesse diagrama de funcionamento do Lina, mostrado abaixo:

LINA Stack Diagram

Encare o Lina como um “tchan” a suas aplicações para o Linux, que agora pode não ficar mais restritas a eles, e atingir outras plataformas.

Fonte: http://www.linuxdevices.com/news/NS6279947776.html

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GNU/Linux, Linux, Tecnologia, Ubuntu

Ubuntu, o que vem por aí em 2007

Enquanto estamos todos aguardando ansiosamente pelo Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn), que está a passos de sair do Beta, já se fala do Ubuntu 7.10, codinome Gutsy Gibbon, anunciado pelo Mark, que vai trazer algumas novidades.

Num post passado, falei sobre as Quatro características que irão vender o Feisty Fawn, assunto iniciado pela Melissa Draper, que é a facilidade de instalação de codecs, que ocorre automaticamente ao tentar executar um arquivo sem codec que o suporte; assistente de migração, que pega dados de instalações anteriores como configurações, favoritos, fotos, músicas, etc, fazendo com que você tenha eles na nova instalação, e não precisa ser do Linux não; gerenciador de rede, que praticamente configura toda rede sozinho e você precisa apenas da senha no caso do wifi; efeitos de desktop, que habilita o compiz/beriz (que vão agora são a mesma coisa) com um clique.

Além disso, podemos esperar melhor suporte a virtualização, mostrando uma grande preocupação com o lado dos servidores, além de outras coisas como o suporte do avahi a conteúdos compartilhados na rede, administração de thin client, melhor suporte a impressoras e som, entre outros.

Com o Gutsy Gibbon, podemos esperar aceleração 3d por padrão, mas que ainda não foi confirmada, e muitas novidades na área de Desktop. É promessa uma instalação totalmente diferente, ridiculamente fácil e não assistida (provalvemente configurações de usuário virão logo após a instalação), que será um dos quebra-gelos para sua adoção em massa (além da instalação OEM que já existe, mas enquanto pc`s não chegam de fábrica com o Ubuntu, esta é uma excelente alternativa).

Outra novidade na área é um Ubuntu ultra-free, o Glossy Gnu, que leva a palavra free ao extremo, só incluindo software livre. Ela será feita em parceira com a equipe do GNewSense, um derivado do Ubuntu que só não tem nada proprietário.

Bom, então até dia 19!

O dia 19 já chegou!!!

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Veja as 4 características que irão “vender” o Feisty Fawn

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